Ultrapassar fronteiras e melhorar a rede

Há algumas semanas atrás a Cisco lançou o ISR G2 e apresentou o conceito de “Borderless Networks”. Borderless Networks resume uma arquitectura, ou melhor ainda – a implementação de uma rede que lhe permite trabalhar da forma que quiser, quando quiser, onde quiser, em qualquer dispositivo, para se ligar a qualquer recurso. Uma Borderless Branch, por exemplo, permite que escritórios e trabalhadores remotos ligarem-se à rede sem pensarem nisso, sabendo que todas as suas transacções são seguras e que podem esperar uma experiência de qualidade todas as vezes que se ligarem.

Nos próximos meses iremos desenvolver o anúncio do ISR G2 e continuar a demonstrar como a Cisco vai tornar esta arquitectura uma realidade. Entretanto, achei que seria bom voltar atrás e explicar primeiro como surgiu esta ideia de Borderless Networks.

Olhando para as principais tendências na tecnologia apenas há uns anos atrás, percebemos que uma verdadeira transformação estava a ocorrer no local de trabalho. Vídeo e smartphones, tradicionalmente considerados tecnologia de consumo, estão a ter um impacto nunca antes visto no negócio e na experiência de TI. Segundo a IDC, nos próximos três anos, vão existir 1.25 mil milhões de novos dispositivos móveis ligados à rede. De acordo com a pesquisa da Cisco Visual Networking Index em 2010 mais de 90% do tráfego de consumo será vídeo. Resumindo, o mundo está a tornar-se no nosso espaço de trabalho.

Enquanto o mundo fica mais pequeno, a complexidade do espaço de trabalho aumenta. Quanto maior for a procura à rede, mais “fronteiras” à colaboração efectiva e produtividade são criadas. Começamos por identificar três principais fronteiras que impediam as pessoas de se ligarem:

  • Fronteiras de localização. A força de trabalho está a crescer globalmente todos os dias, mas terá a tecnologia necessária instalada para dar suporte aos seus trabalhadores remotos?
  • Fronteiras de dispositivos. Cada vez mais dispositivos de consumo estão a entrar no local de trabalho e a permitir maior eficiência, mas estará a sua rede preparada para este aumento de procura?
  • Fronteiras de aplicações. Consegue garantir um desempenho consistente das aplicações independentemente da localização?

Muitos departamentos de TI tiveram que lidar com estes novos desafios de negócio, mas não receberam os recursos necessários para os resolverem. Também segundo a IDC, a utilização de servidores está a crescer 1.8 vezes, a quantidade de dados produzidos está a crescer 3.5 vezes e o número de transacções diário está a crescer 8.4 vezes. De forma a lidar com estas pressões nas TI, algo tinha de mudar. A Cisco percebeu que a rede tinha que evoluir.

Foi assim que a ideia de Borderless Network nasceu. Hoje, as soluções de rede da Cisco já começaram a ligar melhor clientes, parceiros e funcionários. Por exemplo, a Telepresença permite que trabalhadores remotos se liguem globalmente sem interrupções e em segurança. A arquitectura EnergyWise permite-lhe gerir o consumo de energia em qualquer dispositivo na rede e localizar ineficiências. O novo ISR G2 está melhor equipado para suportar colaboração rich media além fronteiras, acesso remoto a serviços virtuais on-demand, e a Medianet.

Vamos lançar mais soluções novas nos próximos meses para continuarmos a demonstrar como as Borderless Networks vão melhorar a produtividade e eficiência empresarial. Por enquanto, qual é a sua opinião? Como é que um mundo sem fronteiras poderia ajudar o seu espaço de trabalho?

Tradução do post publicado por Jennifer McAdams, Cisco Innovation Blog

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